Chegamos ao último dia da viagem. Muito boa, divertida, proveitosa e "engordativa" (principalmente). Cruzamos com pessoas simpáticas, gentis, antipáticas; as que ajudaram, as que "nem aí", como em qualquer lugar. Tudo deu certo e a única decepção foi Montesano sulla Marcellana. Bem fizeram Seraphina e Gaetano em sair de lá. Se é assim hoje, fico pensando como teria sido há mais de 100 anos.
A dureza que deve ter sido descer aquelas montanhas numa carroça, com toda bagagem para chegar ao porto de Napóles atrás de um sonho. Far l'Ameriga. Não fizeram, mas construíram uma belíssima família mais sólida que a própria América.
As últimas fotos tiradas no Lungomare, em Salerno.
domingo, 12 de outubro de 2014
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Hoje foi o glorioso dia de conhecer Montesano. Apenas para se ter uma ideia do que nos esperava, quando pedimos as passagens para lá, a atendente disse: "Montesano? Auguri."
Encurtando: quando o ônibus parou, vimos que estávamos em Montesano Scalo, que fica no sopé da montanha. Perguntamos a uma senhora que varria a calçada, como se fazia para chegar no alto. Recebemos a resposta animadora de que havia só uma ônibus ao meio-dia, mas não havia retorno. A senhora era a dona do bar na parada do ônibus e, enquanto tomávamos café e comíamos uma sfogliatella, foi ver o que podia ser feito.
Voltou com a informação de que um amigo podia nos levar. Ele chegou um pouco depois e combinamos a viagem. Na dúvida se haveria ou não condução para voltar, propôs a viagem de ida e volta.
É no topo da montanha. A paisagem vista de lá é maravilhosa, mas todo o resto que está no site da prefeitura é chiacchere. Só existe a catedral de Sant'Anna. O Museu Cívico, as Igrejas de San Andrea e da Assunta estão fechadas e semi-destruídas, as termas estão abandonadas
Andamos, andamos, andamos e conversamos com algumas pessoas, contando nossa história, mas ninguém conhecia nenhum La Salvia ou Gaeta. Depois de muito caminhar e fotografar (a cidade é muito fotogênica), resolvemos sentar e esperar nosso amigo motorista. Não havia um restaurante.
Às quatro, ele chegou e descemos até M. Scalo pra esperar o ônibus de volta. Havia muito mais gente interessada na nossa história e muito mais simpáticos. Enfim, não vou esticar muito a historia e digo apenas que valeu para matar a curiosidade, mas não aconselharia ninguém a fazer a viagem. Vejam minhas fotos que já será suficiente.
Encurtando: quando o ônibus parou, vimos que estávamos em Montesano Scalo, que fica no sopé da montanha. Perguntamos a uma senhora que varria a calçada, como se fazia para chegar no alto. Recebemos a resposta animadora de que havia só uma ônibus ao meio-dia, mas não havia retorno. A senhora era a dona do bar na parada do ônibus e, enquanto tomávamos café e comíamos uma sfogliatella, foi ver o que podia ser feito.
Voltou com a informação de que um amigo podia nos levar. Ele chegou um pouco depois e combinamos a viagem. Na dúvida se haveria ou não condução para voltar, propôs a viagem de ida e volta.
É no topo da montanha. A paisagem vista de lá é maravilhosa, mas todo o resto que está no site da prefeitura é chiacchere. Só existe a catedral de Sant'Anna. O Museu Cívico, as Igrejas de San Andrea e da Assunta estão fechadas e semi-destruídas, as termas estão abandonadas
Andamos, andamos, andamos e conversamos com algumas pessoas, contando nossa história, mas ninguém conhecia nenhum La Salvia ou Gaeta. Depois de muito caminhar e fotografar (a cidade é muito fotogênica), resolvemos sentar e esperar nosso amigo motorista. Não havia um restaurante.
Às quatro, ele chegou e descemos até M. Scalo pra esperar o ônibus de volta. Havia muito mais gente interessada na nossa história e muito mais simpáticos. Enfim, não vou esticar muito a historia e digo apenas que valeu para matar a curiosidade, mas não aconselharia ninguém a fazer a viagem. Vejam minhas fotos que já será suficiente.
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| Catedral de Sant'Anna |
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
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| Vide el mare quant'è bello |
Voltamos ao hotel principalmente para trocar de roupa, pois o sol estava de matar e de lá partimos para nova caminhada, almoço, compras e compra da passagem para Montesano para amanhã bem cedinho. É meio complicado chegar lá. Na volta, conto como foi.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Vindas de navio, chegamos a Nápoles, antes das seis e meia da manhã. O ônibus da excursão foi nos pegar no porto por volta das sete e viemos para o hotel Holiday Inn, que fica numa região nova da cidade (criada por arquitetos japoneses - meio com Cara de Berrini). Os quartos só estarão disponíveis às 4 horas, então pegamos a "navetta" do hotel e rumamos para o centro e fomos visitar a Catedral dedicada a San Gennaro, protetor da cidade.
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| Catedral de Nápoles |
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
domingo, 5 de outubro de 2014
sábado, 4 de outubro de 2014
Tirei esta foto de dentro do ônibus; a foto está desfocada devido à chuva. Estávamos indo para o Monte Etna. Subiríamos até 1500m e os restantes 300m seriam feitos de teleférico, só que as subidas com equipamento foram suspensas e o trânsito na estrada, interrompido.
Almocamos na zona rural, num restaurante, fabricante do próprio azeite e vinho. Fizemos a degustação dos dois acompanhada de queijos, azeitonas, tomate seco, patê de tomate, alcaparra, etc. Depois foi servido o almoço: farfalle com molho de abobrinha (primo piatto), espetinho com pedaços de frango, linguiça e pimentão. A sobremesa foi fruta. quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Parece que agora está mais fácil conseguir sinal. Estamos agora na Catânia (maiores informações com Derick). Saímos de Agrigento e visitamos o Vale dos Templos, continuamos até um lugar chamado Piazza Armerina. O almoço parecia a festa de Babette; o primo piatto era composto de todos os bolinhos que mamãe fazia (de couve-flor, espinafre, berinjela), além de queijo, azeitona, salame, etc que o papai gostava de comprar quando podia. O secondo piatto foi lombo fatiado com espinafre e batata. E sobremesa uva Itália com gosto da uva Itália que comia quando era criança.
Depois do almoço visitamos Vila Romana do Casale, que é uma residência do tempo dos romanos, cujos mosaicos estão muito bem conservados.
Finda essa visita, rumamos para Catânia e, chegando, ganhamos uma granita e um pão no formato de uma mama, lembrando o martírio de Santa Ágata (Derick, pls give details). Santa Ágata é a padroeira da cidade. Fizemos um citytour e amanhã vamos a Siracusa e Noto.
Depois do almoço visitamos Vila Romana do Casale, que é uma residência do tempo dos romanos, cujos mosaicos estão muito bem conservados.
Finda essa visita, rumamos para Catânia e, chegando, ganhamos uma granita e um pão no formato de uma mama, lembrando o martírio de Santa Ágata (Derick, pls give details). Santa Ágata é a padroeira da cidade. Fizemos um citytour e amanhã vamos a Siracusa e Noto.
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